- A seguir, explicamos como a inteligência artificial e a automação convencional estão revolucionando a indústria de gestão de portfólios.
- As informações são destinadas a gestores de ativos que desejam saber quais tendências tecnológicas dominarão o futuro da administração de carteiras.
- Na FlexFunds, titulizamos ativos para emitir produtos listados em bolsa (ETP), capazes de melhorar a diversificação e a liquidez das estratégias de investimento. Para mais informações, não hesite em entrar em contato com nosso grupo de especialistas.
Embora a gestão de portfólios seja uma disciplina antiga, praticamente existente desde o desenvolvimento dos mercados de capitais no século XX, atualmente ela é radicalmente diferente do que era em seus primórdios.
O principal motivo é o avanço da tecnologia. Nos últimos trinta anos, surgiram novos métodos de análise de dados e gestão de riscos que modificaram a operação de todas as partes envolvidas na gestão de portfólios.
E na última década, especialmente nos últimos cinco anos, surgiram sistemas e princípios inovadores que estão moldando um novo paradigma para o futuro.
O impacto da inteligência artificial
A inteligência artificial (IA) não tem apenas usos recreativos para o público em geral, como a criação de imagens ou a tradução de conteúdo, mas também oferece aplicações altamente sofisticadas e práticas no avançado campo da gestão de portfólios.
Por exemplo, a IA permite analisar grandes volumes de dados com base em critérios específicos escolhidos pelos gestores de ativos e carteiras, possibilitando a obtenção de índices financeiros de empresas, conclusões de seus demonstrativos financeiros, estudos de variações e até mesmo a elaboração de relatórios.
De acordo com o Instituto de Finanças Corporativas (CFI, na sigla em inglês), “a IA também está transformando os processos de revisão financeira, permitindo revisões mensais e trimestrais mais eficientes por meio de análises horizontais e verticais automatizadas”.
Além disso, a IA tem a capacidade de calcular as relações risco-retorno de diferentes conjuntos de ativos e oferecer alternativas com características semelhantes.
“Outra técnica popular de IA na construção de portfólios são os algoritmos evolutivos, que possuem a flexibilidade de acomodar problemas mais complexos de alocação de ativos. Por exemplo, os algoritmos evolutivos resolvem problemas de otimização sob restrições de cardinalidade e limites máximos ou mínimos de participação”, acrescenta o Instituto CFA.
Mais automação
Graças à IA e a outras ferramentas tecnológicas “convencionais”, o setor de gestão de portfólios tem cada vez mais operações automatizadas, que não requerem intervenção humana constante além da supervisão.
Um dos exemplos mais evidentes é o uso de mensagens automáticas, que podem responder instantaneamente às perguntas mais simples dos investidores clientes.
De esta forma, o contato humano se limita apenas às questões mais profundas e importantes, gerando economia de tempo, energia e custos.
Por outro lado, embora em um nível muito mais básico, a automação está presente na criação de resumos mensais. Os responsáveis pela gestão de portfólios podem, com poucos cliques, detalhar quais são os avanços, resultados e o estado atual de determinadas carteiras, facilitando a prestação de contas aos investidores sem complicações.
Além disso, ao operar ativos financeiros no mercado secundário, a automação, geralmente impulsionada por IA, é utilizada para comprar ou vender quando os preços atingem determinados níveis.
“As máquinas podem responder instantaneamente a indicadores que atendem ao seu algoritmo, permitindo realizar transações muito mais rápidas, executar mais ordens em menos tempo e com maior precisão”, afirmam especialistas do CFI.
Benefícios palpáveis
A automação convencional e o uso exclusivo de sistemas de inteligência artificial vieram para ficar, principalmente porque estão gerando benefícios palpáveis.
Os executivos não apenas ganharam mais tempo para fortalecer o relacionamento com seus clientes e realizar tarefas que a tecnologia ainda não pode executar, mas também as empresas do setor financeiro conseguiram reduzir custos.
Por exemplo, os resultados do relatório Liberdade dentro das cercas: o fornecimento autônomo se torna comum, da The CFO, mostraram que a gestão automatizada gerou economias imediatas de 20% para empresas como a Fidelity Investments.
Tecnologia e personalização
É importante destacar que a gestão de portfólios também está avançando com a utilização de alternativas de distribuição, como a titulização de ativos, que permite a criação de produtos listados em bolsa (ETP) com seus próprios códigos ISIN/CUSIP.
No caso da FlexFunds, seu programa de securitização de ativos oferece múltiplos benefícios:
- Permite alcançar uma base de clientes mais ampla.
- Facilita o acesso a fontes alternativas de financiamento.
- Ajuda a obter uma melhor diversificação para os clientes.
- Otimiza a liquidez das estratégias de investimento.
Na FlexFunds, contamos com o apoio de provedores de serviços de renome internacional, como Interactive Brokers, Bank of New York, Bloomberg e Apex, entre outros.Lembre-se de que, para saber mais sobre os ETPs da FlexFunds e seu processo de securitização, você pode entrar em contato com nossa equipe de especialistas.
Fontes:
https://corporatefinanceinstitute.com/resources/fpa/ai-for-financial-analysis
https://www.cfainstitute.org/sites/default/files/-/media/documents/book/rf-lit-review/2020/rflr-artificial-intelligence-in-asset-management.pdf
https://corporatefinanceinstitute.com/resources/career-map/sell-side/capital-markets/automated-trading-systems
https://the-cfo.io/wp-content/uploads/2024/07/HFS-POV-2024-autonomous-sourcing-goes-mainstream-1-1.pdf